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Mesmo ao ritmo de um livro por dia, depois de, vá lá, 90 anos de frenética actividade, ainda ficariam muitos por ler.
Não me aproximando eu deste (impossível) patamar de leitura, deixarei muitas páginas por folhear. Ainda assim, insisto em arranjar um tempito para reler qualquer coisa.
Esta semana foram dois volumes: O Estrangeiro, de Camus, e Betânia, o segundo (e muito esquecido) romance de Filomena Marona Beja.
Pelo meio ainda me fui entretendo com o último do Francisco Louçã, mas tenho de lhe dar mais umas voltas até dar a missão por cumprida (espero que ele não escreva outro entretanto).