13.6.16
1.6.16
21.5.16
#1 [Vladimir Tostoff, compositor imaginário]
Impelido pelo filme, 12 anos depois regressei a O Grande Gatsby.
É, de facto, um livro extraordinário.
18.5.16
#1 [as prioridades do Vitória]
Apesar da consagração, ainda não me convenci de que Rui Vitória seja o homem certo para o lugar.
Estimo-lhe o carácter, a honestidade, o lowprofile e a clareza discursiva, mas tudo isto somado ao primeiro lugar no pódio, à aposta em gente jovem e capaz, aos 88 golos e ao recorde pontual, não apaga a ansiedade causada pelos erros da equipa, algumas escolhas para o 11, o modelo de jogo muito caótico e com dificuldades elementares, o aborrecimento durante parte dos jogos ou alguns golos sofridos de forma quase amadora.
Ainda assim, folgo em saber que o mister tem fairplay com este crítico e que me coloca bem acima de JJ no ranking das suas prioridades... :)
http://asprioridadesdovitoria.com/
10.5.16
#1 [...]
"Esta é a história de uma amizade que começa em 1987, quando o narrador,
um jovem aspirante a romancista, parte para uma universidade do Midwest
norte-americano e conhece Rodney Falk, um veterano do Vietname,
intratável, ferozmente lúcido e corroído pelo seu passado (...)"
sobre A Velocidade da Luz, de Javier Cercas
sobre A Velocidade da Luz, de Javier Cercas
26.4.16
#1 [...]
220
...................284
Não sei por que razão os números estavam assim desalinhados.
Yoko Ogawa
in A Magia dos Números
...................284
Não sei por que razão os números estavam assim desalinhados.
Yoko Ogawa
in A Magia dos Números
21.4.16
#1 [é isto]
(...)
U don't have to be cool to rule my world
Ain't no particular sign I'm more compatible with
I just want your extra time and your . . . . . kiss
(...)
Prince :(
U don't have to be cool to rule my world
Ain't no particular sign I'm more compatible with
I just want your extra time and your . . . . . kiss
(...)
Prince :(
11.4.16
4.4.16
#1 [uma saída que, por vezes, parece não existir]
A literatura contemporânea japonesa não é só Murakami, já o sabia. Aqui está uma boa alternativa ao eterno candidato a nobel.
Há quem fale de um cruzamento entre Thelma e Louise e Crime e Castigo. Não sei se não será uma comparação demasiado redutora, mas, ao longo de 530 páginas, Kirino conta-nos uma história intensa e negra com tópicos que que também encontramos nas obras apontadas: a condição (e libertação) da mulher, o tradicionalismo de uma sociedade e o sub mundo que com ela se move.
Há quem fale de um cruzamento entre Thelma e Louise e Crime e Castigo. Não sei se não será uma comparação demasiado redutora, mas, ao longo de 530 páginas, Kirino conta-nos uma história intensa e negra com tópicos que que também encontramos nas obras apontadas: a condição (e libertação) da mulher, o tradicionalismo de uma sociedade e o sub mundo que com ela se move.
22.3.16
9.3.16
#1 [tão bonito que até dói....]
Eu tinha voz que sossega
O dom da verdade entrega
Mas durava apenas um serão
Pode um amor tão incerto
Fazer florir o deserto?
Quer viver na solidão
O dom da verdade entrega
Mas durava apenas um serão
Pode um amor tão incerto
Fazer florir o deserto?
Quer viver na solidão
3.3.16
#1 [do you feel loved?]
A obra incompreendido, o disco mal amado, o som fora do baralho, por vezes renegado... Pop é um dos meus favoritos. Comprei-o no dia do lançamento, passam hoje 19 anos, e ouvi-o vezes sem conta. Acompanhou-me em dias dias e noites intensas por esse mundo fora.
O seu som traz-me sempre a memória dessa(s) primavera(s), o cheiro de um certo perfume de morango que me marcou o fim da adolescência, a vertigem da estrada...
2.3.16
#1 [desencontros...]
"Nesse mesmo instante, a quinhentos quilómetros dali, Vera
também falava no seu nome, escolhendo com prudência as palavras com que o
desenhava diante das amigas. Mas, embora o seu discurso fosse outro, pensava na
calma dele, nos seus olhos bondosos e como seria bom se ele fosse outro e ela
fosse outra para caberem os dois na mesma cidade."
Possidónio Cachapa
In Rio da Glória
29.2.16
#1 [Juntos]
Os dois no palco, a cantar algumas das melhores músicas que já foram ouvidas à face da terra. Reinventando-as, dando-lhes novos tons e texturas, realçando a sua eterna juventude e intemporalidade.
Sérgio gingão e sempre aprendiz. Palma sóbrio, com uma voz cada vez mais clara.
Que emoção, meus senhores e minhas senhoras, que emoção!
15.2.16
12.2.16
#1 [Sérgio Albert Godinho Einstein]
![]() |
| Confirmada teoria das ondas postulada por Einstein |
Não vás tomar à letra aquilo que te disse
quando te disse que o amor é relativo
se o relativo fosse coisa que se visse
não era amor o porque morro e o porque vivo
quando te disse que o amor é relativo
se o relativo fosse coisa que se visse
não era amor o porque morro e o porque vivo
2.2.16
#[O Pianista]
![]() |
| Cena do filme O Pianista |
A 27 de Janeiro assinalou-se mais um aniversário da libertação dos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau, na Polónia.Tempo de ler O Pianista. Escrito na primeira pessoa, o autor deste livro extraordinário (o pianista polaco Władysław
Szpilman) relata a sua vida durante a ocupação de Varsóvia e como sobreviveu ao Gueto e ao extermínio dos judeus.
Polanski dirigiu a adaptação deste livro ao cinema. Vi-o no velho cinema Ávila um dia depois de ter sido galardoado com 3 Oscars.
Talvez seja tempo de o rever agora que, passados 71 anos, os sinais de alarme voltam a soar. O confisco de bens aos refugiados da África e da Ásia ocidental que, por estes dias, foi aprovado na Dinamarca e está a ser equacionado noutros pontos da Europa, reacende a centelha do ódio e da intolerância que alimentou a barbárie.
29.1.16
#1 [Perdoai-lhes senhor... ]
Pelo que vi e ouvi na campanha, arrisco-me a dizer que o problema da
candidatura de Edgar Silva não foi a graça do candidato (apesar do
péssimo tratamento de imagem) ou a falta de mediatismo, mas sim a
rigidez com que se apresentou e a cassete que repetiu à exaustão, que
anularam o seu potencial e revelaram que, na forma, Edgar se transformou
num típico quadro de uma certa escola partidária, daqueles que não têm
idade.
3.1.16
#1 [o Falso Moralista]
Paulo Morais é aquele candidato
que, não sendo de esquerda, tem ideias com que todos podemos concordar. A
luta pela transparência e contra os interesses obscuros que
ensombram a política nacional merece-me simpatia e seria capaz, como
tantas pessoas neste país, de subscrever muitas das suas iniciativas.
15.12.15
# [Murakami é música]
O melhor de ter voltado a Murakami foi mesmo ter-me inteirado da grandeza de Curtis Fuller e dos seus 'Five Spot After Dark', tema que inspira os Passageiros da Noite.
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