1.12.14

#1 [Quando os homens se entenderem…]



Quando os homens se entenderem...
Foi com este verso, repetido dezenas de vezes, que Filipe Mukenga tentou, tal como Tom Jobim tentara, fazer avançar as cerimónias do 10 de Junho que, nessa quente noite de 9 de junho de 1993, estavam a arrancar em Sintra. Mas a fúria de milhares de pessoas, maior parte jovens suburbanos, não esmoreceu.
Para a história fica uma imagem de gente mal educada que não soube apreciar a mestria do mestre Jobim e de Filipe Mukenga – há até quem os recorde como "saloiada turba". Eu, que fiz parte desse grupo de saloios, sei que o que se passou nessa noite foi muito mais do que um desacato ou manifestação da famosa tacanhez de quem habita o arrabalde de Lisboa

30.11.14

#3 [efemérides III]

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#2 [efemérires II]

  
Li hoje que um dos grandes discos da música portuguesa já leva 25 anos a tocar. 
Sobre a efeméride, o Blitz apontava que  “… em março de 1989, Bairro do Amor é muito bem recebido pela crítica e pelo público, sendo albergue de canções que, desde então, se tornaram referências do repertório do músico lisboeta, à época com 38 anos - é o caso de "Frágil", "Dá-me Lume", "Só" ou do tema-título ”.
De facto, é uma obra obra repleta de temas mágicos, daqueles que, ainda hoje, me fazem viajar