3.3.09

#1 [...]

As primeiras linhas são sempre as mais complicadas.

28.2.09

#1
[so happy!]

(...)
Bicycle bicycle bicycle
I want to ride my bicycle bicycle bicycle
I want to ride my bicycle
I want to ride my bike
I want to ride my bicycle
I want to ride my
Bicycle races are coming your way
So forget all your duties oh yeah!

(...)

Queen, Bycicle Races

22.2.09

#1
[Gigante]

(...)
Património Mundial
é orgulho com certeza

Falta pôr num pedestal
Aqui não entra a pobreza...

SG, In Domingo no Mundo

16.2.09

#1

[já chega! ]

A história do BPN é uma vergonha. Ainda não se sabe tudo, mas já percebemos que a morasca é grande. É tempo de levantar a voz da cidadania.

Sem condenar ninguém em antecipação, considero que a mentira de Dias Loureiro na comissão parlamentar de inquérito é motivo suficiente para exigir a sua saída do Conselho de Estado.

Por iniciativa própria ou sendo demitido por Cavaco.

Por isso assinei a petição e convido-vos a fazê-lo também.

Passem a Palavra

Ver aqui


"Os cidadãos portugueses abaixo-assinados apelam ao ainda conselheiro Manuel Dias Loureiro que, a bem do bom-nome daquele órgão de soberania e da democracia e dando um sinal claro de que não vê o seu cargo como forma de protecção e que quer o cabal esclarecimento de todos os factos, se demita do Conselho de Estado.

E que, caso este teime em não o fazer, o Presidente da República, que o indicou para o cargo, deixe claro que este conselheiro de Estado já não conta com a sua confiança."



15.2.09

#1
[Milk]
É um lugar comum classificar Milk como um filme notável. Pela interpretação de Sean Pen, diz-se.
Mas também pela história que conta, que eu desconhecia. Harvey Milk era um homem de coragem e teve um papel determinante na luta pelos civil rigths e pelo reconhecimento de um estatuto de "normalidade" a pessoas que, no fim de contas, amam outras pessoas.
E há também a forma intensa como nos faz sentir todo o despertar de um movimento. Para um activista, Milk tem esa dimensão particular, a de retratar a importância da estratégia, da liderança e do colectivo, da esperança e da mensagem, da capacidade de ler os acontecimentos e das escolhas necessárias(concorde-se ou não com elas).
Depois de A Valsa com Bashir e do Complexo Baden-Meinhof, aqui está mais um filme incontornável para quem quer compreender o século XX.

Sobre o filme, vale a pena ler o artigo Eles somos nós do Zé Soeiro.

12.2.09

#1
[Em tempo de reedição]


As Cidadãs, pelas palavras da autora

6.2.09

#1
[Phelps]

No verão passado, vibrei com todas as braçadas que Michael Phelps deu no Cubo de Água, em Pequim.
Dizia-se então que ele era uma máquina. Entretanto, algum amigo da onça pôs uma fotografia a circular, mostrando o nadador a fumar um charro numa festa de universidade.
Embora estivesse de férias desportivas e a consumir uma substância que não faz parte do index do dopping, a indignação foi geral e a condenação por parte da federação e de um dos seus patrocinadores não demoraram a aparecer.
Cá para mim, este o episódio só reforça a simpatia que já tinha por Phelps, uma vez que mostra a sua parte mais humana. O moralismo que hoje o condena será derrotado.

5.2.09

#1
[...]

Só não é belo o que não se deseja
ou que ao nosso desejo mal responde

Jorge de Sena, Exorcismos

4.2.09

#1
[Terra do Fogo]

Há ilhas que, dentro de nós, vão ganhando espaço ao silêncio.

3.2.09

#1
[...]

Hans Beck, o criador dos Playmobil, morreu na sexta-feira aos 79 anos, vítima de doença grave, noticiaram ontem as agências.
(...)
Beck levou três anos a desenvolver os famosos bonecos que se queriam rígidos - deviam ser capazes de segurar pequenos obejctos nas mãos - e resistentes.

O sucesso dos bonecos de sete centímetros de altura e "tamanho ideal para a mão de uma criança" pode também dever-se a uma crise do petróleo que disparou o preço do plástico e dos brinquedos de maiores dimensões.

31.1.09

#1

[...]

Diário de reportagem

Com palavras precisas

(e fina ironia)

relatas o improvável

trajecto do projéctil,

as casas esventradas,

os milagres quotidianos,

a morte lenta e particular

de um povo inteiro.


Se a tensão adensa

e o grito já sufoca,

dizes-nos da dignidade,

oferecendo ao papel

pequenos morangos

cuja doçura, em Gaza,

é antagonista dessa miséria

nada humana.


Pergunto:

haverá suficiente lucidez,

ternura ou raiva,

para escrever tudo

o que os teus olhos

nos querem contar?


Sintra, 31 de Janeiro de 2009

À Alexandra Lucas Coelho, que está em Gaza

30.1.09

#2
[e o aquecimento global também...]


Cavaco Silva teme que nova lei do divórcio aumente número de "novos pobres"
In Público on-line, 30/01/2009
#1
[não estou bem a ver porquê...]

dizem que este anúncio, com Kilie Minogue, foi considerado o mais popular de sempre, entre os que passaram nas salas de cinema britânicas...

27.1.09

#1
[como castigo, fica sem sobremesa durante uma semana...]

"O tio do primeiro-ministro, Júlio Monteiro, confirmou hoje que o filho teve uma reunião com os responsáveis do Freeport, na sequência de um email onde invocava ser familiar de José Sócrates."

Público, 26 de Janeiro de 2009

24.1.09

#2
[diário de reportagem]

Alexandra Lucas Coelho conhece um pouco de Israel e da Palestina. Tem amigos dos dois lados e acompanhou de perto os últimos anos deste conflito.
Desde o início desta ofensiva Israelita na faixa de Gaza, há mais de um mês, que se pressentia, nas entrelinhas dos seus textos, uma indomável vontade de deixar Lisboa e ir ver com os próprios olhos aquilo que lhe iam dizendo por telefone ou chat.
Já lá está, testemunhando e cumprindo o seu ofício de relatar - não deixem de a ler.

#1

[não me venham cá dizer "ah e tal e os rockets..."]

A melhor escola no chão

Alexandra Lucas Coelho, Público, 24.01.2009

É como se um meteorito gigante tivesse caído e esmagado a Escola Americana Internacional de Gaza. Com investimento palestiniano e curriculum americano, era a melhor escola do território, e agora professores e alunos andam entre as ruínas em estado de choque.

Uma mulher encontra um livro de Ciência e agarra-o contra o peito. É Alia, a bibliotecária. Fatin, uma das professoras, abraça Zena, de nove anos, ambas voltadas para os destroços. "Isto aconteceu no dia 3 de Janeiro." Porquê aqui, se à volta não há nada? "Pergunte-lhes", sugere Fatin. "O corpo do guarda foi encontrado em partes, uma metade aqui na frente, outra metade nas traseiras."

Quantos alunos tem a escola? "230", responde logo, num óptimo inglês, a pequena Zena, que mora em Gaza, e até hoje não tem vidro nas janelas. O que fazem para não ter frio? "Vestimos mais roupas."

"Agora não sabemos o que fazer aos estudantes", diz Fatin.

Duas delas estão ao cimo das escadas a discutir. Nur, que tem rabo-de-cavalo e 14 anos, está indignada. "Usam as casas para disparar rockets e se as pessoas não querem têm que deixar a sua casa!" Depois conta que uma das suas melhores amigas morreu na guerra, até que a voz lhe falta, ela baixa a cabeça para se controlar, e começam a pingar lágrimas do nariz.

Fatin, a professora, corre a abraçá-la, e então Nur chora convulsivamente. Quando recupera, diz: "Estou muito zangada com o Hamas. Acho que isto tudo aconteceu por causa dos rockets".

À volta, as colegas contestam. "Não é por causa dos rockets que Israel tem o direito de destruir uma escola destas", clama Habir, de 16 anos. "Eles querem destruir tudo o que é novo, histórico, educacional. Isto é um crime." Dana, de 16 anos com muito acne, concorda, e Habir continua, apaixonadamente. "Se isto é contra o Hamas, porque é que tantos mortos não são do Hamas? E dizem que se estão a defender! Defendem-se de uns rockets que são uma desculpa, só causam um buraco no chão."

Esta discussão sobre o papel do Hamas é geral? "Estamos a discutir desde o princípio da guerra. É difícil não questionar quando não podemos dormir e ir a qualquer lado, e estão a usar armas do céu, da terra e do mar contra nós."

O que querem agora?

"Queremos um governo de unidade nacional", diz Habir. "Só queremos continuar a estudar nesta escola", acrescenta um rapaz, Adam, que veio com os colegas ver a destruição. "Trabalhámos tanto para isto acabar assim."

Yunis, de 18 anos, aparece de chinelos numa pilha de entulho. É irmão do guarda morto. Conta que o pai teve um primeiro filho Salim, que foi morto há anos, e um segundo filho Salim, que morreu - e o terceiro filho Salim era o guarda que foi desfeito em pedaços aqui.

Israel alega que estavam a ser disparados tiros do interior. "Mas a escola estava vazia, e se estivesse aqui alguém o guarda tinha-nos dito", contrapõe Lucy, outra professora. "Eu acordei às três da manhã com o primeiro míssil e antes não ouvi nada", acrescenta o irmão do guarda. "O meu irmão sentia-se seguro, porque era uma escola americana. Antes de morrer, telefonou à família e disse: 'Se sentirem perigo, venham para aqui'.

22.1.09

#1
[A aquecer os motores]
É já no domingo. Apesar dos primeiros 11km serem (quase) sempre a trepar, é das corridas mais bonitas conheço. Começa bem perto do sitio onde nasci (e quase à porta de casa), atravessa a Serra onde cresci e termina no fim da Europa.

20.1.09

#2
[Get on your boots]

Future needs a big kiss
Winds blow with a twist
Never seen a move like this
Can you see it too
Night is falling everywhere
Rockets hit the funfair
Satan loves a bomb scare
But it won’t scare you

Chorus
Yeah sexy boots
Get on your boots yeah

Free me from the dark dream
Candy bars, ice cream
All the kids are screaming but the ghosts aren’t real
Here’s what you gotta be
Love and community
Laughter is eternity if the joy is real

You don’t know how beautiful (2x)
You are
You don’t know
You get it do you
You don’t know
How beautiful you are

If someone’s into blowing up
We’re into growing up
Women are the future
All the big revelations
I’ve gotta submarine, you’ve got gasoline
I don’t wanna talk about wars between nations

Not right now

Sexy boots yeah (no no no)
Get on your boots yeah (Not right now)
Foxy boots

You don’t know how beautiful (2x)
You are
You don’t know
You get it do you
You don’t know
How beautiful you are

Sexy boots
I don’t wanna talk about wars between nations

Let me in the sound (3x)
Sound
Let me in the sound sound
Let me in the sound
anekatips.com
My God I’m going down
I don’t wanna drown now
Let me in the sound

Let me in the sound (3x)
Sound
Let me in the sound sound
Let me in the sound

Get on your boots
Get on your boots
Get on your boots
Yea yeaah
Get on your boots
Get on your boots
Get on your boots

U2
#1
[U2]

O novo disco, No line on the horizon, está prometido para dia 2 de Março.
Mas o primeiro som - Get on your boots - já está disponível aqui (abrir em internet explorer e esperar um minuto).
é uma grande malha!

19.1.09

#1
[vida de marinheiro]