26.3.07

#1

[reflexos de ti]
Nos Lugares mais inesperados
Sintra, 24 de Março de 2007

23.3.07

#1
[not cross]
Depois de uns dias desinspirados de pausa, o projecto Março
volta aos trilhos

do not Cross - Projecto Março

Lisboa, 22 de Março de 2007

22.3.07

#1
[guiquices]

Já não me bastava um telemóvel frenético (com substituição em linha de espera), um Portátil, duas maquinas fotográficas, o photoshop, dois espaços virtuais, um passe de comboio, lugares de representação, uma bicicleta, um mp3, uma viagem transatlantica, projectos de edição, cargos de coordenação, um mestrado em ebulição, e logo agora tinha de arranjar um pseudónimo...

21.3.07

#4
[celebração da poesia]

Caminante, son tus huellas
el camino, y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
sino estelas en la mar.

António Machado
#3
[O que diz Machado II]

(...)

Uma coisa de que se orgulhe neste seu tempo?
O pundonor das pessoas que lutam para melhorar o mundo. Che Guevara é um exemplo marcante e que felizmente continua vivo.

Disse ainda na tal entrevista a Clara Ferreira Alves: "Não encontrei Deus e Deus não me encontrou." Oito anos depois, alguma coisa de novo, nesta frente?
Continuo no mesmo sítio, no chamado sítio em que um gajo tem uma venda nos olhos e não sabe bem como é. Acho que a resposta de Deus não é convincente nunca. Tem um ar determinista em que não acredito. No entanto, talvez no caminho para Deus um gajo encontre qualquer coisa de significativo. O mundo vai melhorar? Duvido disso.

Nesta sua frase - "não encontrei Deus e Deus não me encontrou" - senti subjacente a ideia de que se tal tivesse acontecido sentir-se-ia muito mais feliz.
Seria interessante. Pelo menos tinha esse problema resolvido...

In Público, 21 de Março de 2007
Nos 77 anos de Dinis Machado e nos 30 anos da Sua obra
#2
[O que diz Machado I]

(...)
Escreveu durante 60 anos. Agora que parou, as frases continuam a surgir-lhe na mente?
Aparecem. Estou sempre cheio de frases. Coisas que não têm aplicação. É uma espécie de exercício que eu tenho. E que faço com facilidade e prazer.

Disse, a propósito, numa entrevista a Clara Ferreira Alves, no Expresso, em 1999: "Se tivesse que me descrever, diria que sou uma pessoa à procura de palavras e que às vezes as encontra."
É isso.

Qual é a palavra de que continua à procura ainda?
A palavra que esclarece. Não é fácil de encontrar. Encontramos só sucedâneos.

Esclarece o que o autor quer dizer?
Tudo. O que queremos dizer e à volta disso.

(...)

In Público, 21 de Março de 2007
Nos 77 anos de Dinis Machado e nos 30 anos da Sua obra
#1
[andam a gozar com o Caucaso]

Já não bastava a paródia de Borat com o Cazakistão, tinha de vir agora um comparometro evidenciar que o pé de meia de Belmiro vale tanto ou mais que o PIB do Tajiquistão.
É dura a vida no Caucaso...

20.3.07

#1
[ligações]
Connenction to the real world

15.3.07

#1
[linha do Horizonte]

Lisboa, 14 de Março de 2007 - Projecto Março

14.3.07

#1
[em tons de amarelo]

Lisboa, 13 de Março de 2007 - Projecto Março

13.3.07

#3
[m***s da vida]

Embaixador Alcoolizado e nu
A polícia de El Salvador só percebeu que aquele homem alcoolizado e nu - à excepção de alguns acessórios sado-maso - era o embaixador de Israel depois de lhe retirarem uma bola de borracha da boca, o que lhe permitiu falar, descreve a bbc. na sequência do incidente embaraçoso, o embaixador tzuriel refael foi chamado de regresso a israel e despertou no país o debate sobre o modo como são escolhidos os representantes diplomáticos.
O incidente ocorreu há duas semanas e é o último de uma série de escândalos envolvendo responsáveis israelitas.

in Público, 13 de Março de 2007
#2
[a loucura do dia a dia]

Pormenor do Cartaz da Mini Maratona de Lisboa de 2007

Lisboa, 12 de Março de 2007

#1 [música]

A emissão nº 10 d’Os Cantos da Casa faz-se com uma visita a O Mundo de Rodrigo Leão, a música contida na Music Box de Yolanda Soares, Pratica(mente), o rap em português de Sam the Kid, tudo publicações de 2006 e, ainda, Amélia Muge, com o seu mais recente trabalho, Não sou daqui, já do ano corrente.

Os Cantos da Casa, uma forma de ouvir a música portuguesa.

12.3.07

#1
[um fim de semana em grande]
Sem stress, com teatro, cinema, praia, montanha e muito, muito relax.

Sintra, 10 de Março de 2007 - Projecto Março


8.3.07

#1
[projecto Março #7]

Lisboa, 7 de Março de 2006


7.3.07

#2
[Agita-se o conservadorismo]

Nas últimas semanas temos assistido ao desdobrar de esforços de alguns defensores do Não no sentido de aplainar a sua derrota e subverter o sentido do voto de 11 de Fevereiro.
Primeiro foi o CDS a agitar a bandeira do carácter não vinculativo do referendo.
Seguiu-se a exigência da cúpula do PSD, acompanhada por algumas eleitas PS, em introduzir na nova lei o pressuposto do aconselhamento obrigatório, numa tentativa de transformar o seu Não em lavagem cerebral mascarada de Sim.
No entretanto, os porta estandartes do conservadorismo procuraram desenhar uma falsa dicotomia entre um Sim moderado e um Sim radical, tentando desta forma chamar o PS à razão, e, ao mesmo tempo, (im)pressionar o Presidente da República, na esperança de que Cavaco não promulgue, por excesso de esquerdismo, o projecto aprovado no parlamento.
Esta vã campanha tem vindo a público através de anúncios pagos em jornais de referência, em intervenções públicas e em artigos de opinião onde, na defesa das ideias mais descabidas, se mostra a natureza desumana de quem se advoga defensor da vida. Vejamos dois exemplos de hoje, protagonizados por Bagão Félix (na Antena 1) e Gentil Martins (no Público).
Ao manifestar-se indignado pela introdução da opção da mulher na realização da IVG prevista no diploma em discussão, Bagão Félix, enchendo a boca com a palavra liberalização, põe mais uma vez a nu o seu desdém pelas mulheres e pela sua capacidade de escolha.
Já Gentil Martins brinda-nos com um artigo bem ao seu jeito. Começando por agitar Hipócrates e o código deontológico, critica fortemente a opção de impedir os objectores de consciência em participar na consulta de esclarecimento. Mas o pior vem mesmo no último parágrafo do texto, altura em que o autor se atreve a dizer em voz alta aquilo que muitos pensam: nos casos de aborto, a lei actual (e a que será aprovada) é demasiado permissiva. Para este senhor, a mulher violada tem tempo suficiente para, no prazo de dez semanas, decidir.
É a falta de sensibilidade e de humanismo no seu expoente máximo.
#1
[Projecto Março #6]

V from Vénus

Lisboa. 6 de Março de 2007

6.3.07

#1
[projecto Março #5]

Lisboa, 5 de Março de 2007

5.3.07

#1
[projecto Março #4]
Em domingos pardacentos, sem grande actividade, o fotógrafo, determinado na sua pesquisa, não hesita em recorrer a "imagens caseiras".





Sintra, 4 de Março de 2007

4.3.07

#1
[Projecto Março #3]



Sintra, 3 de Março de 2007