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17.3.10

#1
[10]

Bastam dez minutos para atravessar a Kgaleria de uma ponta à outra e ver a exposição 10 de Alexandre Almeida.

A vistia é rápida (o espaço não é muito grande), mas o intervalo é suficiente para que algumas ideias comecem a fermentar.

Há, em cada um daqueles qua(dra)dos, uma história e um elemento dissonante, linhas de força e algo que lhes quebra a harmonia, novas narrativas que despontam.

Vale a pena dar lá um salto.


Site da Kgaleria

19.1.10

#1
[vão lá, vão lá!]Segunda Escolha, por António Pedro Ferreira
Kgaleria, Lisboa

São duas dezenas de trabalhos que António Pedro Ferreira fez, no início dos anos 80, quando demandou França com uma bolsa do Ministério da Cultura para fotografar os emigrantes portugueses. A exposição chama-se Segunda escolha e está na galeria Kameraphoto, à rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa.
In Jornal de Letras Online

2.1.10

#1
[só não percebo o nariz... :) ]

Tio André  8-)
Tio André
Técnica Mista: foto sobre quadro de Marta Beja Coelho, 3 anos e meio.

31.12.09

#2
[12 fotos para 2009]

Janeiro
desassossego
Desassossego

Fevereiro
detergente com cheirinho a flores
Detergente com cheirinho a flores

Março
As bandeiras dos nossos Pais
As bandeiras dos nossos pais

Abril
glaciar break
Glaciar Break

Maio
there's a tree
There's a tree

Junho
içar
Içar

Julho
oil
Oil

Agosto
is this love?
Is this love?

Setembro
chess
Chess

Outubro
roof on a table
roof on a table

Novembro
não há acordo
Não há acordo

Dezembro
s
S

30.12.09

#1
[a não perder]
Os barbudos de Alberto Korda
Korda DESconhecido
até 31/01/2010 na Cordoaria
www.korda.com.pt

23.12.09

#1
[ainda podem ver]

Gangland, de João Pina
Kgaleria, Lisboa

18.12.09

#1
[falta resolver o problema do Sahara]

Aminatu

"Isto é uma vitória para o direito internacional, para a justiça internacional e para a causa saharauí", declarou a activista antes de partir para El Aiún. Aminetu Haidar regressou à sua terra.

Aminetu Haidar em greve de fome há 32 dias, fez estas declarações à comunicação social no próprio hospital, onde tinha sido internada durante a madrugada desta quinta-feira, e antes de sair em direcção ao aeroporto de Lanzarote. Agora já está em sua casa, em El Aaiún, no Sáhara Ocidental. Partiu do aeroporto ontem à noite, às 22h23 (hora das Canárias) num avião medicalizado enviado pelo Governo espanhol.


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21.11.09

#1 [Acordai**]

VOZ

Na sua aparente invisibilidade, a precariedade está em muito do que são as nossas vidas, por detrás dos pequenos gestos do dia a dia, como aquele SMS onde dizemos do amor, da comida que nos mitiga a fome ou da roupa que conforta.

A precariedade está também na cultura. Não só no trabalho de quem a faz, como na lógica que procura determinar a sua produção.

Foi em defesa da cultura que se levantou um amplo movimento de contestação a uma alteração legal promotora da elitização, e consequente precarização, do ensino da música. O momento mais visível desta onda foi uma manifestação em frente à Assembleia da Republica, em Fevereiro de 2008.

Foi o protesto mais belo onde alguma vez estive. As massas trabalhadoras eram agora um coro, uma orquestra, um naipe, uma turma de iniciação. No meio de cartazes e pancartas, violinos, violoncelos e um piano. Por entre palavras de ordem, claves de sol.

A substituir os discursos inflamados, a música. Ainda hoje consigo ouvir o eco daquela heróica de Lopes Graça que, no conforto do sol invernal, a todos e todas incitava... Acordai!


** Este texto e esta foto são um contributo para a campanha Recibos Verdes: antes da Dívida temos Direitos

8.11.09

#2 [...]
bye

Encontro
Visito esse lugar.
Procuro-te nesse recanto habitual.
Sei que não estarás lá,
mas finjo ignorá-lo.
Procuro pensar que saíste,
que saíste há pouco,
numa ausência breve,
como se tivesses saído
para logo regressares.
Quando tu chegasses, se chegasses,
dir-te-ia: tu lembras-te?
E o verbo acordaria ecos,
nostalgias distantes,
velhos mitos privados.
Sei que não virás,
conjecturo até, por vezes,
teus distantes, inúteis,
diálogos numa praça gris
que imagino em tarde de invernia.
Então disfarço, ponho-me
a inventar, por exemplo,
uma longilínea praia deserta,
uma fina, fria, nebulosa
praia,
muito silenciosa e deserta.
Pensando nela fito de novo
este lugar e digo para mim
que apenas partiste
por um breve instante
E sigo. E de novo protelo
este encontro impossível.

Rui Knofli, in Álbum

14.1.09

#1
[...]

desassossego
Desassossego

Tenho de escolher o que detesto - ou o sonho, que a minha inteligência odeia, ou a acção, que a minha sensibilidade repugna; ou a acção, para onde não nasci, ou o sonho, para que ninguém nasceu.
Resulta que, como detesto ambos, não escolho nenhum; mas, coo hei-de, em certas ocasiões, ou sonhar ou agir, misturo uma coisa com outra.

Bernardo Soares, Livro do Desassossego

12.1.09

#1
[aquele bar]

31.12.08

#1
[um ano em imagens*]

just thinking
Dezembro - Just Thinking

sleeping
Novembro - Sleeping

there's many li(f)es for an envelope
Outubro- There's many li(f)es for an envelope

linha azul
Setembro - Linha Azul

ray ban
Agosto - Ray Ban

Bottari
Julho - Bottari

the match
Junho - the match

Lazy Bird
Maio - Lazy Bird

wash & Dry
Abril - Wash & Dry

um mar de profs
Março
- Um Mar de Profes

margens
Fevereiro - Margens

fish eye
Janeiro - Fish Eye

*Para a C, que, quando não foi modelo, esteve a meu lado ou partilhou o entusiasmo destas fotos. Apesar de tudo, foi um ano cheio de coisas boas

21.12.08

#1
[os operários]
No fio da memória - vozes e rostos dos operários
da fábrica da Pólvora de Barcarena

Fotografia de Autor sobre uma das imagens da Exposição

Ver mais imagens da Exposição

Os operários vestiram os seus fatos domingueiros e levaram os netos e as memórias a passear.

- Não és tu quem estás ali?

- Maria, aquele é o teu pai!

- Olha, vês aqui? É o avô Malheiro.

Rapazes e raparigas de outros tempos foram o centro das atenções. A fábrica encheu-se e eram as suas vidas que contavam para quem, entre eles, circulava.

- Aqui era a sala de enchimento.

- Está tudo tão diferente… o espaço ficou muito bonito depois de ser limpo.

Histórias antigas, dos que sobreviveram à explosão e de quem já não a pode recordar.

- Este é o Sr. João, este é o Manel, o ti Zé, o Afonso da Mira… já cá não está nenhum.

Trabalhadores especializados ou serventes, a família inteira viveu da fábrica. Era perigoso, mas garantia a segurança de um salário fixo.

- Vocês são raparigas novas, não sabem como a vida foi dura para nós. Ganhava 18 escudos, uma miséria.

Vinham para o vale a pé e de bicicleta. Moravam em Queluz de baixo, Barcarena, S. Marcos, da Agualva, Rio de Mouro e em tantos outros sítios.

No sol de Inverno, os dedos retorcidos acariciaram-se nas fotografias.

Riram orgulhosos de se verem na televisão. Os operários estavam contentes.


Sintra, 21 de Dezembro de 2008

15.10.08

#1
[missing NY]

no stoppinf anytime

Nos últimos dias, talvez influenciado pelos dois livros que ando a ler (não perco o vicio da leitura simultânea), tenho sentido saudades de Nova Iorque.

10.10.08

#1
[onde está??]

onde está?

Contrariamente ao que algumas pessoas por ai dizem, a função da reprodução está ligada à biologia, nada tem a ver com o casamento.
Este é uma entidade simbólica, celebrada por um contrato com funções de regulação social.
Por isso é que é tão urgente mudá-lo, para acabar de vez com a discriminação.
Chegará o dia.

2.1.08


fish eye
Originally uploaded by André Beja

31.12.07

#1
[um ano de fotos]

book-cell
Janeiro

Finalmente
Fevereiro

V
Março

NY Colors
Abril

Shadow & light
Maio

cauda
Junho

Ela Uma Vez 3
Julho

steps for god
Agosto

O PSD em congresso
Setembro

que o meu corpo se transfigura
Outubro

de lá ficar
Novembro

gps
Dezembro